A TRANSITORIEDADE DA VIDA

 A vida não está passando devagar.

Ela está passando agora.

Enquanto você lê essas palavras, segundos estão sendo consumidos — e não há como recuperá-los. A ilusão mais perigosa não é o fracasso, nem a dor… é a ideia silenciosa de que “ainda dá tempo depois”.

Mas depois de quê?

Depois que o coração endurecer?
Depois que as oportunidades se fecharem?
Depois que aquilo que hoje te chama já não fizer mais sentido?

A transitoriedade da vida não é um conceito filosófico — é um aviso urgente.

Tudo o que você vê está em movimento:
as pessoas mudam, os ciclos se encerram, as estações não pedem permissão para ir embora. E você também está nesse fluxo. Não parado. Não esperando. Indo.

A questão é: indo para onde?

Porque viver não é apenas existir entre um dia e outro.
É responder ao que Deus está dizendo hoje.

Hoje ainda há voz.
Hoje ainda há oportunidade.
Hoje ainda há direção.

Mas hoje não é eterno.

Se existe algo que você precisa ajustar — ajuste.
Se existe alguém que você precisa perdoar — perdoe.
Se existe um chamado que você está ignorando — responda.

Não negocie com o tempo como se ele fosse seu aliado. Ele não é.
O tempo é um mensageiro que repete todos os dias:

“Isso também vai passar — inclusive você.”

E é justamente por isso que cada instante carrega peso eterno.

Então não viva no automático.
Não empurre decisões que moldam destino.
Não silencie aquilo que Deus está tentando construir em você agora.

Porque no fim, não será sobre quanto tempo você teve…
mas sobre o que você fez com o tempo que te foi dado.

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